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Faculdade de Artes
Dulcina de Moraes

A Faculdade de Artes Dulcina de Moraes é uma instituição privada de ensino superior responsável pela formação de milhares de artistas e arte-educadores na região Centro-Oeste e em todo o Brasil.

A faculdade, com 40 anos de atuação, criada no ano de 1982 e mantida pela Fundação Brasileira de Teatro (FBT), tem como na oferta de um ensino de excelência que estimule a criação, a produção e a difusão de conhecimento por meio da cultura, das artes, da comunicação e suas tecnologias, fundamentado em uma visão humanista, na ética e no respeito à diversidade.

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sos

Os alunos da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes contam com cursos conceituados que integram a teoria com a prática e estimulam o pensamento crítico dos estudantes. Para quem está pensando em estudar na Faculdade Dulcina de Moraes Brasília, existe uma série de oportunidades de ensino como os cursos de Graduação de Licenciatura e Bacharelado, além de cursos de Pós-Graduação.

#1

NA FORMAÇÃO DE
ARTE-EDUCADORES
DO DISTRITO FEDERAL

4k+

ALUNOS FORMADOS

40

ANOS FORMANDO ARTE-EDUCADORES E ARTISTAS

DULCINA

arte e legado

Eu nasci no teatro para o teatro, do teatro, e me sinto felicíssima com isto. O teatro me deu todas as grandes alegrias da vida, todas as emoções. Eu adoro o teatro e acho que tudo que está acontecendo é válido, validíssimo. É transição, movimento, caldeamento, efervescência, e eu espero as grandes coisas que vão surgir. Creio acima de tudo, na eternidade do teatro. O teatro permanecerá e nós com ele.
Dulcina de Moraes

Dulcina de Moraes, nascida em 1908 e falecida em 1996, foi atriz, diretora, produtora, professora, idealizadora e fundadora da Fundação Brasileira de Teatro – FBT. Nascida de “improviso” em um entreposto da trupe de teatro errante de seus pais é não somente filha como neta de atores. Em uma tournée da companhia de teatro de seus pais, ao ser negada a hospedagem à sua mãe em um hotel comum, por estar em trabalho de parto, todos os colegas se recusaram a se hospedar no espaço e uma comoção se propagou na cidade de Valença no Rio de Janeiro. Uma casa foi emprestada à trupe por uma figura notória da cidade e toda a população se envolveu: uns levaram, móveis, outros lençóis e assim Conchita de Moraes deu à luz à Dulcina.

fundação brasileira
de teatro

A Fundação Brasileira de Teatro está criada para servir o Teatro. Não ignoro as lutas que vão ser lutadas, nesta hora de confusões e imprevistos. Mas pela força de nossa mútua crença nos ideais que defendemos; de nossa solidariedade nos momentos graves; pela troca e pela dádiva do que houver de melhor em nós mesmos, preservaremos esse ideal que sobreporemos a todas as confusões, a todos os imprevistos. Acreditamos no sonho que se concretiza, no ideal que se faz ação e obra.

Dulcina de Moraes
 1955, aula inaugural da Academia Brasileira de Teatro

Durante treze anos seguidos a FBT funcionou no Rio de Janeiro, formando alguns dos mais importantes atores, diretores, cenógrafos e críticos do teatro Brasileiro, tais como: Rubens Corrêa, Ivan de Albuquerque, Yan Michalski, Cláudio Corrêa e Castro, João das Neves, Françoise Fourton, Irene Ravache.

Em 1955 tem início a Fundação Brasileira de Teatro, no Rio de Janeiro. Mantidas pela FBT inauguram-se à época Academia Brasileira de Teatro, que futuramente se convertera na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, e a Associação Brasileira de Teatro.

acervo de dulcina começa a ser revelado

Os mitos, lendas e especulações sempre fizeram parte das histórias contadas sobre a dama do teatro brasileiro, Dulcina de Moraes. Por falta de registros documentais, muita coisa se perdeu com o tempo e muitos acontecimentos e relatos resultaram imprecisos, sem a clareza necessária que nos ajudasse a entender melhor esse ícone da dramaturgia e a construção do complexo cultural encravado no coração de Brasília e que gera tanto fascínio e estranhamento.

Nos últimos seis meses, uma nova gestão assumiu a direção da Fundação Brasileira de Teatro com uma missão: “abrir os arquivos para contar”, como afirma seu presidente, Gilberto Rios, nome que a história da FBT conhece bem por sua atuação como Secretário-Executivo da Fundação Brasileira de Teatro e secretário pessoal de Dulcina, naqueles tempos áureos da década de 1980 em que a atriz ainda atuava como professora com vitalidade invejável.